quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ALMA...




TalveTTALVEZ..
Talvez eu tenha julgado errado...
Talvez eu não tenha agido correto.
Talvez eu não tenha sorrido o tanto que eu deveria, e não tenha chorado o quanto eu merecia...
Talvez eu não tenha aprendido a amar o quanto eu pensava que sabia...
Talvez eu não tenha sido amada o quanto eu achava que merecia...
Talvez...
Talvez eu não tenha aprendido a viver ...
Talvez...
Por isso tantas coisas a dizer
Por isso tantas coisas sem saber.
Sim...
Talvez...

(Sandra Sucupira
?





AO AMOR IMAGINÁRIO


Por que  me vens tão perfeito?
Jura que es assim, tão calmo, tão justo, tão completo?
Jura que és assim tão certo?
Por que  existes assim tão perfeito em afeto?
És o conflito que me espera, isto sim!
Pode algo assim tão longe existir  tão perto?
Eu te busco longe, tão distante dentro de mim
Isso é ironia, isso me faz rir
Pq existes tão perfeito?
És a loucura que começa em mim?
Não seria loucura um amor assim?

Poema de: Sandra Sucupira



                   Viste-me?

Quando me viste?
Porventura sabes o lugar onde moram os deuses para que de lá me vejas?
Contemplas tu o coração das mulheres que riem ou conheces os motivos das que choram?
Conheces a origem da beleza ou o motivo da necessidade da irritação delas?
Tens tu a origem das perguntas, e conheces tu o lugar onde habitam as respostas?
De onde vens, e para onde vais?
Conheces o caminho dos que andam contigo ou sabes para onde vai o teu amigo?
Conheces a fonte da alegria ou sabes identificar as armadilhas do prazer?
Onde me vistes para que digas que me conheces?
Viste-me quando eu ria no meu mais íntimo motivo da alegria?
Contemplastes a minha dor quando eu chorava na  mais dura agonia?
Se me vistes não te achegues a mim, não acredito em homens-deuses.

(Sandra Sucupira)







terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

OS ATEUS TAMBÉM MOSTRAM ESSÊNCIA DIVINA.





       OS ATEUS TAMBÉM MOSTRAM ESSÊNCIA DIVINA.

                   Certa vez eu li uma frase muito inteligente de uma atéia que dizia: "Não é que eu não goste de Deus, o que eu não gosto é do fã clube dele", desde este dia percebi que ateu não é uma identidade e sim um estado de revolta à situações em que o desrrespeito à pessoas que não se preocupam com uma divindade ou suas definições sofrem diante de pessoas imagéticas que ao imaginar um "deus" criam situações de segregação humana, vilipêndiam a liberdade aniquilando em si mesmos uma extensão até do divino. Se os deistas tem suas ideias pessoais de Deus que as usem para agregar pessoas ao bem e não ao que lhes julgam boas pois o bem é para todos, o bom é um conceito pessoal que se aprende na verdadeira liberdade e não na segregação. Para mim o ateísmo é algo impossivel de existir, tão impossivel quanto negar a própria existência e essência humana pois ela está em tudo e em todos, apenas a tranquilidade de não se preocuparem com o divino ou conceitos que lhes dão recebem dos que por leis e pelos conceitos que dão ao divino o rótulo de ateus tornando-os segregados.

                Tudo é essência, tudo contém essência e dela vem, e não podemos negá-la em tudo que existe pois ela é uma marca em tudo que é.

Viver segregado a conceitos do divino sem perceber a liberdade que dele vem é aprisionar a essência pois a essência se apresenta também como liberdade de criação e só há criação se esta essência for livre de conceitos e nisso os ateus se focam. Aprisionar o divino a conceitos é deixar de sentí-lo em nós e nas coisas e se somos semelhantes ao divino, e Ele sendo criador, o homem ainda que ateu mostra nele mesmo a marca de que somos semelhanças de Deus quando passa a criar algo ainda não criado, prova que vem de uma semelhança de algo divino divinamente inspirado a partir da liberdade e da essência que há em todos nós: a capacidade de sermos "deuses" (criadores).

                 Os ateus tbm nos ensinam sobre Deus, basta termos almas livres para percebermos isso!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012



                                      "CRICO, O RATINHO PENSADOR.  De: Sandra Sucupira  Texto do livro "Crico o Ratinho Pensador"                                             "Conversando sobre Filosofia"            Crico é um ratinho muito esperto, é investigador, gosta de brincar, ter e fazer novos amigos. Crico um dia leu em seu livro que a Filosofia é como a atitude de amar um amigo. Crico tem um amigo que se chama Dindinho, ele tem uma deficiência visual que não o deixa ver, mas procura pensar nas coisas que ouve e sente. Um dia, Crico e Dindinho estavam passeando na floresta após terem lido um livro que falava sobre filosofia, e conversando com o Crico, disse:          - Gostei muito de ouvir sobre filosofia, principalmente quando ela diz que a filosofia significa “amizade pela sabedoria” e a conhece quem procura por ela – disse Dindinho.          - Que bom que você entendeu Dindinho!          -Fica fácil compreender filosofia quando temos sentimento, respeito e amor pela busca do saber, é como termos um amigo e  procuramos sempre entendê-lo, buscando saber o que ele pensa e o porquê pensa, isso é uma atitude filosófica - afirma Dindinho           - Você agora me fez lembrar Pitágoras – lembra Crico - A história da Filosofia conta que Pitágoras disse que “a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la tornando-se filósofo” – referiu Crico sobre Pitágoras.          - Então você quer dizer que posso ser um filósofo se eu amar a sabedoria? Que bom! - alegrou-se Dindinho.        - Claro que sim! Muitos homens tornaram-se grandes filósofos por amarem a busca do saber: Tales de Mileto, Heráclito, Parmênides Sócrates, Platão, Aristóteles e muitos outros transformaram o mundo através do pensamento filosófico e fizeram as pessoas descobrirem o pensar através da filosofia.         -Então posso mudar o mundo sendo filósofo? Que legal! - falou alegremente Dindinho.           -Ah! Ah! Ah! Pode sim! Mas comece por você mesmo - conclui Crico, alegremente

CONTOS



A VERDADE E A PARÁBOLA



        Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem

 roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.
          E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha

 ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
          Assim, a Verdade percorria os confins da Terra,

 criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a 

Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo

 vestido e muito elegante.
         — Verdade, por que você está tão abatida? —

 perguntou a Parábola.
          — Porque devo ser muito feia e antipática, já que os

 homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada

 Verdade.
         — Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por

 isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das

 minhas roupas e veja o que acontece.
         Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da

 Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era

 bem-vinda e festejada.
         Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade 

sem adornos. Eles preferem-na disfarçada

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A FESTA




        



         "A FESTA"
.
De: Sandra Sucupira


Ouço uma canção e ela  não  me faz bailar
Não te encontro no salão, na festa do meu luar
Cansei desta  música louca
A canção me faz chorar

Não ouço o teu som, 
O toque  que  desperta
Não ouço tua canção, 
Teus  risos
Fico parada aqui ao ouvir o nada, 
Soz..,  
Nesa tua  festa sem  dono

Fui  convidada à solidão 
E o convite era pra tua festa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012



Há imagens que  não precisam de muitas palavras, basta ter sentimento para entender o que elas querem dizer.


Tela de: Sandra Sucupira,  2001