sexta-feira, 27 de janeiro de 2012



                                      "CRICO, O RATINHO PENSADOR.  De: Sandra Sucupira  Texto do livro "Crico o Ratinho Pensador"                                             "Conversando sobre Filosofia"            Crico é um ratinho muito esperto, é investigador, gosta de brincar, ter e fazer novos amigos. Crico um dia leu em seu livro que a Filosofia é como a atitude de amar um amigo. Crico tem um amigo que se chama Dindinho, ele tem uma deficiência visual que não o deixa ver, mas procura pensar nas coisas que ouve e sente. Um dia, Crico e Dindinho estavam passeando na floresta após terem lido um livro que falava sobre filosofia, e conversando com o Crico, disse:          - Gostei muito de ouvir sobre filosofia, principalmente quando ela diz que a filosofia significa “amizade pela sabedoria” e a conhece quem procura por ela – disse Dindinho.          - Que bom que você entendeu Dindinho!          -Fica fácil compreender filosofia quando temos sentimento, respeito e amor pela busca do saber, é como termos um amigo e  procuramos sempre entendê-lo, buscando saber o que ele pensa e o porquê pensa, isso é uma atitude filosófica - afirma Dindinho           - Você agora me fez lembrar Pitágoras – lembra Crico - A história da Filosofia conta que Pitágoras disse que “a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la tornando-se filósofo” – referiu Crico sobre Pitágoras.          - Então você quer dizer que posso ser um filósofo se eu amar a sabedoria? Que bom! - alegrou-se Dindinho.        - Claro que sim! Muitos homens tornaram-se grandes filósofos por amarem a busca do saber: Tales de Mileto, Heráclito, Parmênides Sócrates, Platão, Aristóteles e muitos outros transformaram o mundo através do pensamento filosófico e fizeram as pessoas descobrirem o pensar através da filosofia.         -Então posso mudar o mundo sendo filósofo? Que legal! - falou alegremente Dindinho.           -Ah! Ah! Ah! Pode sim! Mas comece por você mesmo - conclui Crico, alegremente

CONTOS



A VERDADE E A PARÁBOLA



        Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem

 roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.
          E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha

 ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
          Assim, a Verdade percorria os confins da Terra,

 criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a 

Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo

 vestido e muito elegante.
         — Verdade, por que você está tão abatida? —

 perguntou a Parábola.
          — Porque devo ser muito feia e antipática, já que os

 homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada

 Verdade.
         — Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por

 isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das

 minhas roupas e veja o que acontece.
         Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da

 Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era

 bem-vinda e festejada.
         Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade 

sem adornos. Eles preferem-na disfarçada

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A FESTA




        



         "A FESTA"
.
De: Sandra Sucupira


Ouço uma canção e ela  não  me faz bailar
Não te encontro no salão, na festa do meu luar
Cansei desta  música louca
A canção me faz chorar

Não ouço o teu som, 
O toque  que  desperta
Não ouço tua canção, 
Teus  risos
Fico parada aqui ao ouvir o nada, 
Soz..,  
Nesa tua  festa sem  dono

Fui  convidada à solidão 
E o convite era pra tua festa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012



Há imagens que  não precisam de muitas palavras, basta ter sentimento para entender o que elas querem dizer.


Tela de: Sandra Sucupira,  2001